Avançar para o conteúdo principal

Mensagens

"Crónicas de Nunes, um asno - Férias"

“Esta é uma obra de ficção, qualquer semelhança com nomes, pessoas, factos ou situações da vida real terá sido mera coincidência”
* As férias do Asno eram sempre passadas no Algarve na casa da irmã, sim porque o pai apesar de “arrotar postas de pescada” de que tinha casas por todo o Portugal, na realidade referia-se mesmo a jazigos senhoriais no cemitério do Alto de São João (com vista para o Tejo, o que aumentava o valor da propriedade) roubados às velhas e decrépitas senhoras que furtara durante os seus altos anos (entenda-se por altos em número de furtos de jazigos e não em estatura porque afinal a criatura tinha pouco mais de metro e meio).
As férias do asno eram, sempre um pouco agridoces ou não tivesse ele que tomar conta dos seus dois sobrinhos.
O mais velho influenciado pelo avô materno (também conhecido na alta roda funerária como “O Senhor dos Jazigos”) adquirira as mesmas manias de grandeza, passava os dias sentado numa velha cadeira de praia, como se de um trono de tratasse, …
Mensagens recentes

Entrevista à autora Anabela Natário

Anabela Natário, 57 anos, alfacinha. Jornalista e escritora. Começou em 1981 no Correio da Manhã, passou pela Agência Lusa, Público, 24Horas, Courrier Internacional e jornal Expresso, entre muitas outras colaborações. Quando fez um descanso dos jornais, foi adjunta do presidente do Supremo Tribunal de Justiça e criou uma empresa inovadora de venda de prosa à medida, a “Énetextos, Caracteres Efervescentes”, e depois… voltou ao jornalismo. Quanto ao lado de escritora, publicou a primeira ficção, 
A Cueca Bibelô, em 2007, e a segunda em 2014, O Assassino do Aqueduto. No ínterim, foi coautora de um livro sobre património mundial publicado em chinês, fez um prefácio a contar a história de Francisco Grandella e os Makavenkos e publicou mais seis livros, estes formando uma coleção de 177 biografias de mulheres do século X ao XX, intitulada “Portuguesas com História”. Agora, está de volta ao crime…


“Falar de crime também é uma maneira de historiar o país, além de passar testemunhos de outras ép…

Entrevista ao escritor António da Costa Neves

Falei com o autor António da Costa Neves sobre o seulivro “O Implacável Cerco de Almada” com a chancela da editora Saída de Emergência.
Neste livro temos a possibilidade de ficar a conhecer um pouco mais sobre um dos períodos turbulentos da nossa História. A Crise de 1383-1385, a morte de D. Fernando, o Mestre de Avis como Regedor do Reino, a decisiva batalha de Aljubarrota e o cerco de Almada. 
António da Costa Neves é licenciado em História pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Durante anos, publicou regularmente poesia em diversos jornais e revistas. O seu primeiro romance “Mataram o Chefe de Posto” sobre a temática da Guerra Colonial ganhou o Prémio Literário Cidade de Almada 2007. “Nem por Sonhos” venceu o Prémio Revelação Manuel Teixeira Gomes 20062007. Em 2008, o romance “Adamastor” foi objecto de ensaio académico e tema de seminário na Universidade de Coimbra e de uma conferência na Universidade Complutense de Madrid. O romance “Mea Culpa!” foi em 2010, selecionado…

Citações

“Nunca desistam. Por vezes o que parece impossível torna-se realidade” MBarreto Condado

Entrevista JEdLP, 31 Março 2016

Citações

“Somos uma Irmandade escolhidas pelo sangue unidas pela vontade” MBarreto Condado
Lua do Lobo, Irmandade da Cruz


Citações

“Voltarás à terra onde o teu sangue também tem voz” MBarreto Condado
Fivela de Aker, Profecia do Sangue



Citações

“Não desesperes perante a destruição” MBarreto Condado
Fivela de Aker, Profecia do Sangue