terça-feira, 15 de agosto de 2017

Lua do Lobo, Irmandade da Cruz

Os pés já lhes doíam e a chuva já as tinha molhado até aos ossos, mas ninguém falava, continuavam a avançar sempre na esperança de encontrar um local onde se pudessem resguardar em segurança e secar-se um pouco. Seguiam sem reclamar, afinal naquele momento estavam todas na mesma situação e preferiam estar no exterior, onde tinham muitos mais locais por onde fugir se fossem atacadas, do que dentro do sinistro palácio.


Lua do Lobo, Irmandade da Cruz

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