Os pés já lhes doíam e a chuva já as tinha
molhado até aos ossos, mas ninguém falava, continuavam a avançar sempre na
esperança de encontrar um local onde se pudessem resguardar em segurança e
secar-se um pouco. Seguiam sem reclamar, afinal naquele momento estavam todas
na mesma situação e preferiam estar no exterior, onde tinham muitos mais locais
por onde fugir se fossem atacadas, do que dentro do sinistro palácio.
Lua do Lobo, Irmandade da Cruz
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