Conseguira ouvir o rafeiro rosnar à sua
porta. Sabia que a sentira tal como ela os sentia. Odiava-os a todos e sabia
que esse sentimento era recíproco…esperaria pelas notícias que certamente
chegariam pela manhã quando as alunas estivessem de volta às suas
insignificantes vidinhas. Queria ver que desculpas arranjariam para justificar
a morte de uma delas.
Rebolava
na cama rejubilando enquanto a mente imaginava os mais variados cenários de
mortes violentas ou até mesmo incapacidades físicas a que Ana sucumbira. E
sorria. Sabia que aquela ia ser uma boa noite.
Lua
do Lobo, Irmandade da Cruz
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