segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Lua do Lobo, Irmandade da Cruz

Conseguira ouvir o rafeiro rosnar à sua porta. Sabia que a sentira tal como ela os sentia. Odiava-os a todos e sabia que esse sentimento era recíproco…esperaria pelas notícias que certamente chegariam pela manhã quando as alunas estivessem de volta às suas insignificantes vidinhas. Queria ver que desculpas arranjariam para justificar a morte de uma delas.
Rebolava na cama rejubilando enquanto a mente imaginava os mais variados cenários de mortes violentas ou até mesmo incapacidades físicas a que Ana sucumbira. E sorria. Sabia que aquela ia ser uma boa noite.


Lua do Lobo, Irmandade da Cruz

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