domingo, 20 de agosto de 2017

Lua do Lobo, Irmandade da Cruz

Conseguia ver a erva pisada por onde teriam passado. Seria fácil segui-los, tinham deixado um rasto muito visível. Além de que aqui e acolá conseguia vislumbrar manchas de sangue. A paisagem era muito diferente daquela por onde tinham passado nessa noite dentro do parque da Pena, ali as árvores eram mais cerradas com copas mais frondosas e não se conseguia ver nem nuvens, nem estrelas no céu. Ali a escuridão era diferente. Já não sabia se tinha feito bem seguir por aquele caminho. Em todas as histórias de que se começava a lembrar, a personagem curiosa nunca acabava bem.


Lua do Lobo, Irmandade da Cruz

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