Somos realmente um nobre povo. Foi com esta sensação que voltei de Paris no passado dia 10 de outubro, onde me desloquei a convite da SALF, Société des Auteurs Lusophones de France. Tive o enorme privilégio de ser uma das suas convidadas de honra, garantindo-me assim a possibilidade de falar sobre os meus livros, conhecer novos autores e agentes literários além-fronteiras.
É verdade que quando lancei “Yggdrasil, Profecia do Sangue” em 2015, tive medo que a minha ambição de dar a ler o que escrevo ficasse por aí, mas lembrando-me dos meus “egrégios avós” soube que todos os passos que desse, fossem eles mais ou menos consistentes acabariam eventualmente por me “guiar à vitória” sendo que as minhas armas não serão certamente outras do que as palavras com as quais tanto gosto de brincar.
Aterrei no aeroporto de Orly no passado dia 08 de outubro, na companhia da poetisa angolana Regina Correia que viajava no mesmo voo e com quem descobri ter tantas afinidades. Foram dois dias intensos. Qu…